Sob a Chama da Candeia de André Gil Mata, esta terça-feira no Lucky Star – Cineclube de Braga
Em maio, o Lucky Star – Cineclube de Braga, promove o cinema português que, com diferentes linguagens, inquietações e estéticas, tem vindo a renovar o panorama do cinema nacional.
Com o título: “Novíssimo Cinema Português”, o ciclo junta filmes diversos que, através da experimentação, do documentário contemplativo ou da ficção, revelam o presente do nosso cinema. Como é habitual, o ciclo regular decorre às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30.
Hoje, o ciclo encerra com Sob a Chama da Candeia (2024), de André Gil Mata, que estará presente na sessão. Ambientado no Norte de Portugal, o filme acompanha Alzira e Beatriz, duas mulheres que partilham há décadas o espaço de uma antiga casa senhorial marcada pela passagem do tempo e pelas memórias. Interpretadas por Eva Ras e Márcia Breia, as personagens movem-se num espaço doméstico fechado, onde os gestos quotidianos, os objectos e a rotina assumem um papel central na construção narrativa.
Filmado em 16mm, Sob a Chama da Candeia privilegia planos longos e uma mise-en-scène centrada na duração, no silêncio e na observação do espaço. O filme atravessa diferentes temporalidades dentro da mesma casa, explorando temas como a memória, o envelhecimento, a condição feminina e as rela-ções de classe. Foi parcialmente inspirado nas memórias familiares do realizador.
O filme estreou no FIDMarseille, integrando a competição Ciné+, e passou posteriormente pelo Festival de Cinema de Sevilha. A crítica destacou particularmente o trabalho de fotografia de Frederico Lobo, a montagem de Claire Atherton (colaboradora regular de Chantal Akerman) e o modo como o filme articula espaço e tempo, através da encenação.
André Gil Mata tem desenvolvido uma obra marcada pela atenção ao tempo, à materialidade dos espa-ços e à dimensão sensorial da imagem. Formado na Film Factory de Béla Tarr, em Sarajevo, o realizador é também autor de filmes como Cativeiro (2012), Como Me Apaixonei por Eva Ras (2016) e A Árvore (2018). O realizador integra, ainda, a Rua Escura Filmes, cooperativa de produção cinema-tográfica independente fundada em 2020, no Porto.
As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras, às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Hoje, o ciclo encerra com Sob a Chama da Candeia (2024), de André Gil Mata, que estará presente na sessão. Ambientado no Norte de Portugal, o filme acompanha Alzira e Beatriz, duas mulheres que partilham há décadas o espaço de uma antiga casa senhorial marcada pela passagem do tempo e pelas memórias. Interpretadas por Eva Ras e Márcia Breia, as personagens movem-se num espaço doméstico fechado, onde os gestos quotidianos, os objectos e a rotina assumem um papel central na construção narrativa.
Filmado em 16mm, Sob a Chama da Candeia privilegia planos longos e uma mise-en-scène centrada na duração, no silêncio e na observação do espaço. O filme atravessa diferentes temporalidades dentro da mesma casa, explorando temas como a memória, o envelhecimento, a condição feminina e as rela-ções de classe. Foi parcialmente inspirado nas memórias familiares do realizador.
O filme estreou no FIDMarseille, integrando a competição Ciné+, e passou posteriormente pelo Festival de Cinema de Sevilha. A crítica destacou particularmente o trabalho de fotografia de Frederico Lobo, a montagem de Claire Atherton (colaboradora regular de Chantal Akerman) e o modo como o filme articula espaço e tempo, através da encenação.
André Gil Mata tem desenvolvido uma obra marcada pela atenção ao tempo, à materialidade dos espa-ços e à dimensão sensorial da imagem. Formado na Film Factory de Béla Tarr, em Sarajevo, o realizador é também autor de filmes como Cativeiro (2012), Como Me Apaixonei por Eva Ras (2016) e A Árvore (2018). O realizador integra, ainda, a Rua Escura Filmes, cooperativa de produção cinema-tográfica independente fundada em 2020, no Porto.
As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras, às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Até terça!

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