“Eu Matei a Minha Mãe” de Xavier Dolan, esta terça no Lucky Star – Cineclube de Braga
Para Março, o Lucky Star – Cineclube de Braga apresenta uma retrospectiva dedicada ao realizador canadiano Xavier Dolan. Como é habitual, as sessões decorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30.
Na próxima terça-feira, o cineclube abre o ciclo com “Eu Matei a Minha Mãe” (J’ai tué ma mère, 2009), primeira longa-metragem de Xavier Dolan, realizada quando o cineasta canadiano tinha apenas 20 anos.
Para Março, o Lucky Star – Cineclube de Braga apresenta uma retrospectiva dedicada ao realizador canadiano Xavier Dolan. Como é habitual, as sessões decorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30.
Na próxima terça-feira, o cineclube abre o ciclo com “Eu Matei a Minha Mãe” (J’ai tué ma mère, 2009), primeira longa-metragem de Xavier Dolan, realizada quando o cineasta canadiano tinha apenas 20 anos.
O filme acompanha Hubert, um adolescente de 17 anos que vive uma relação marcada por conflito permanente com a mãe. Entre confrontos e tentativas falhadas de aproximação, a narrativa centra-se na dificuldade de comunicação entre ambos, abordando temas como autonomia, identidade e afirmação pessoal. Em paralelo, Hubert procura afirmar a sua individualidade, incluindo a vivência da sua orientação sexual.
Interpretado pelo próprio Xavier Dolan. o filme foi desenvolvido a partir de um argumento parcialmente inspirado nas experiências pessoais do realizador. O elenco inclui ainda Suzanne Clément, no papel da professora e Patricia Tulasne, que interpreta a diretora da escola. A presença de Anne Dorval (mãe de Hubert), na sua primeira colaboração com Dolan, marcou o início de uma parceria artística que se prolongaria em vários filmes posteriores do realizador.
Produzido com um orçamento reduzido e financiado em parte com fundos públicos do Quebeque, o projecto começou a ser escrito quando Dolan ainda era adolescente. A rodagem decorreu em Montreal, privilegiando espaços interiores e centrada no trabalho de actor.
O filme estreou na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, em 2009, onde recebeu três dis-tinções, incluindo o Art Cinema Award. Ao longo do circuito internacional, foi exibido em vários festivais e conquistou mais de vinte prémios, afirmando Xavier Dolan como uma das revelações do cinema contemporâneo.
Primeiro capítulo de uma filmografia que rapidamente ganharia projeção internacional, Eu Matei a Minha Mãe permanece uma obra central no percurso do realizador, pelo modo como expõe a complexidade das relações familiares e o processo de construção da identidade na adolescência.
As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Interpretado pelo próprio Xavier Dolan. o filme foi desenvolvido a partir de um argumento parcialmente inspirado nas experiências pessoais do realizador. O elenco inclui ainda Suzanne Clément, no papel da professora e Patricia Tulasne, que interpreta a diretora da escola. A presença de Anne Dorval (mãe de Hubert), na sua primeira colaboração com Dolan, marcou o início de uma parceria artística que se prolongaria em vários filmes posteriores do realizador.
Produzido com um orçamento reduzido e financiado em parte com fundos públicos do Quebeque, o projecto começou a ser escrito quando Dolan ainda era adolescente. A rodagem decorreu em Montreal, privilegiando espaços interiores e centrada no trabalho de actor.
O filme estreou na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, em 2009, onde recebeu três dis-tinções, incluindo o Art Cinema Award. Ao longo do circuito internacional, foi exibido em vários festivais e conquistou mais de vinte prémios, afirmando Xavier Dolan como uma das revelações do cinema contemporâneo.
Primeiro capítulo de uma filmografia que rapidamente ganharia projeção internacional, Eu Matei a Minha Mãe permanece uma obra central no percurso do realizador, pelo modo como expõe a complexidade das relações familiares e o processo de construção da identidade na adolescência.
As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Até terça!
