O Natal começa já na próxima terça com o cinema clássico no Lucky Star – Cineclube de Braga
Durante o mês de dezembro, o Lucky Star – Cineclube de Braga apresenta o habitual ciclo de Natal. Neste mês serão exibidos dois clássicos, cujas narrativas decorrem na época natalícia, e uma sessão especial para os mais novos, composta por curtas-metragens de animação. Como é habitual, as sessões regulares ocorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30. A sessão para os mais pequenos acontece no dia 17 de dezembro, às 14h30, também na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.
Hoje, 2 de dezembro, o ciclo de dezembro começa com o clássico “A Christmas Carol,” (1938), realizado por Edwin L. Marin, uma das adaptações mais marcantes do célebre conto de Charles Dickens que ocupa um lugar especial na história do cinema. Este filme sucede a várias versões anteriores, incluindo a primeira adaptação cinematográfica muda “Scrooge, or, Marley’s Ghost” (1901), de Walter R. Booth, filme igualmente fundamental e pioneiro que inaugurou a presença deste conto no grande ecrã. Não obstante, a versão de 1938 é essencial para compreender como o conto de Natal se consolidou como tradição audiovisual.
O filme centra-se em Ebenezer Scrooge, um homem avarento e solitário que despreza o espírito de Natal. Na véspera, é visitado pelos fantasmas do Passado, do Presente e do Futuro, que o conduzem a um caminho de reflexão e mudança. Produzido pela Metro-Goldwyn-Mayer, o filme tornou-se um clássico incontornável desta época festiva, firmando no cinema a figura de Scrooge como arquétipo.
A interpretação de Reginald Owen como Scrooge confere ao personagem uma transformação profunda e convincente: da avareza gelada à descoberta da compaixão e da alegria, guiado pelas visitas dos Fantasmas do Passado, Presente e Futuro. A atmosfera natalícia, recriada com detalhes de época, envolve o espectador numa Londres vitoriana onde pobreza, solidariedade e esperança entram em confronto directo. Embora a obra tenha conhecido inúmeras adaptações ao longo das décadas, a versão de Marin destaca-se pelo equilíbrio entre dramatização e fantasia, captando o espírito moral e humano presente no texto de Dickens.
As sessões do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Durante o mês de dezembro, o Lucky Star – Cineclube de Braga apresenta o habitual ciclo de Natal. Neste mês serão exibidos dois clássicos, cujas narrativas decorrem na época natalícia, e uma sessão especial para os mais novos, composta por curtas-metragens de animação. Como é habitual, as sessões regulares ocorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30. A sessão para os mais pequenos acontece no dia 17 de dezembro, às 14h30, também na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.
Hoje, 2 de dezembro, o ciclo de dezembro começa com o clássico “A Christmas Carol,” (1938), realizado por Edwin L. Marin, uma das adaptações mais marcantes do célebre conto de Charles Dickens que ocupa um lugar especial na história do cinema. Este filme sucede a várias versões anteriores, incluindo a primeira adaptação cinematográfica muda “Scrooge, or, Marley’s Ghost” (1901), de Walter R. Booth, filme igualmente fundamental e pioneiro que inaugurou a presença deste conto no grande ecrã. Não obstante, a versão de 1938 é essencial para compreender como o conto de Natal se consolidou como tradição audiovisual.
O filme centra-se em Ebenezer Scrooge, um homem avarento e solitário que despreza o espírito de Natal. Na véspera, é visitado pelos fantasmas do Passado, do Presente e do Futuro, que o conduzem a um caminho de reflexão e mudança. Produzido pela Metro-Goldwyn-Mayer, o filme tornou-se um clássico incontornável desta época festiva, firmando no cinema a figura de Scrooge como arquétipo.
A interpretação de Reginald Owen como Scrooge confere ao personagem uma transformação profunda e convincente: da avareza gelada à descoberta da compaixão e da alegria, guiado pelas visitas dos Fantasmas do Passado, Presente e Futuro. A atmosfera natalícia, recriada com detalhes de época, envolve o espectador numa Londres vitoriana onde pobreza, solidariedade e esperança entram em confronto directo. Embora a obra tenha conhecido inúmeras adaptações ao longo das décadas, a versão de Marin destaca-se pelo equilíbrio entre dramatização e fantasia, captando o espírito moral e humano presente no texto de Dickens.
As sessões do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Até terça-feira!

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