“Astrakan 79” de Catarina Mourão esta terça no Lucky Star – Cineclube de Braga
No mês de maio, o Lucky Star – Cineclube de Braga, promove o cinema contemporâneo feito por realizadores portugueses que, com diferentes linguagens, inquietações e estéticas, tem vindo a renovar o panorama do cinema nacional.
Com o título: “Novíssimo Cinema Português”, o ciclo junta filmes diversos que, através da experimentação, do documentário contemplativo ou da ficção, revelam o presente do nosso cinema. Como é habitual, as sessões decorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30.
Na próxima terça-feira, o ciclo abre com Astrakan 79 (2023), da realizadora portuguesa Catarina Mourão. Partindo de materiais de arquivo e do testemunho, Astrakan 79 revisita a experiência coletiva, cruzando memória individual e contexto histórico, num trabalho centrado na reconstrução e interpretação do passado. A narrativa centra-se em Martim que recorda, aos 58 anos, a estadia de um ano e meio na União Soviética, em 1979, quando ainda era adolescente. Quarenta anos depois, Martim conta, pela primeira vez neste filme, esta história ao seu filho, a qual foi sempre um tabu de família.
Cineasta e investigadora, Catarina Mourão tem desenvolvido um percurso consistente no documentário português, explorando temas como a memória, o arquivo e a autobiografia. Formada em Direito e em Cinema no Reino Unido, é ainda fundadora da Apordoc e da produtora Laranja Azul. A sua filmografia inclui obras como A Toca do Lobo (2015), apresentada no Festival Internacional de Cinema de Roterdão, Pelas Sombras (2010), A Minha Aldeia Já Não Mora Aqui (2006), Malmequer (2004) e Desassossego (2002), títulos que têm sido exibidos em diversos festivais internacionais.
Apresentado em circuitos de cinema documental, Astrakan 79 tem sido destacado pela forma como utiliza o arquivo como elemento narrativo, articulando diferentes tempos e perspectivas numa reflexão sobre a memória colectiva e os modos da sua representação. Astrakan 79 foi seleccionado para o Visions du Réel, o IndieLisboa, o MDOC – Festival Internacional de Documentário de Melgaço e o FIDBA, entre outros. O filme foi distinguido com o prémio de Melhor Realização no IndieLisboa e com o Prémio Jean-Loup Passek para Melhor Documentário Português no MDOC, tendo ainda recebido uma menção honrosa no FID Rio.
As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Na próxima terça-feira, o ciclo abre com Astrakan 79 (2023), da realizadora portuguesa Catarina Mourão. Partindo de materiais de arquivo e do testemunho, Astrakan 79 revisita a experiência coletiva, cruzando memória individual e contexto histórico, num trabalho centrado na reconstrução e interpretação do passado. A narrativa centra-se em Martim que recorda, aos 58 anos, a estadia de um ano e meio na União Soviética, em 1979, quando ainda era adolescente. Quarenta anos depois, Martim conta, pela primeira vez neste filme, esta história ao seu filho, a qual foi sempre um tabu de família.
Cineasta e investigadora, Catarina Mourão tem desenvolvido um percurso consistente no documentário português, explorando temas como a memória, o arquivo e a autobiografia. Formada em Direito e em Cinema no Reino Unido, é ainda fundadora da Apordoc e da produtora Laranja Azul. A sua filmografia inclui obras como A Toca do Lobo (2015), apresentada no Festival Internacional de Cinema de Roterdão, Pelas Sombras (2010), A Minha Aldeia Já Não Mora Aqui (2006), Malmequer (2004) e Desassossego (2002), títulos que têm sido exibidos em diversos festivais internacionais.
Apresentado em circuitos de cinema documental, Astrakan 79 tem sido destacado pela forma como utiliza o arquivo como elemento narrativo, articulando diferentes tempos e perspectivas numa reflexão sobre a memória colectiva e os modos da sua representação. Astrakan 79 foi seleccionado para o Visions du Réel, o IndieLisboa, o MDOC – Festival Internacional de Documentário de Melgaço e o FIDBA, entre outros. O filme foi distinguido com o prémio de Melhor Realização no IndieLisboa e com o Prémio Jean-Loup Passek para Melhor Documentário Português no MDOC, tendo ainda recebido uma menção honrosa no FID Rio.
As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Até terça!

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