“Ascensão” de Larisa Shepitko, esta terça no Lucky Star – Cineclube de Braga
Para honrar a liberdade durante o mês de Abril, o Lucky Star – Cineclube de Braga programou quatro longas-metragens “Contra a Banalidade do Mal”, cujo título do ciclo é alusivo à obra de Hannah Arendt. Os filmes seleccionados denunciam os horrores e as consequências do autoritarismo e da guerra. Revisitando a História através do cinema, o ciclo pretende afirmar-se contra a hiper-normalização da violência e da apatia. Como é habitual, as sessões decorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30.
Na próxima terça-feira, o ciclo prossegue com o filme Ascensão (Voskhozhdeniye, 1977) da realizadora soviética Larisa Shepitko. Baseado na novela de Vasily Bykov, o filme decorre durante a Segunda Guerra Mundial, acompanhando dois partisans soviéticos em território ocupado pelas forças nazis. Interpretados por Boris Plotnikov e Vladimir Gostyukhin, os protagonistas enfrentam uma situação limite após serem capturados, num percurso centrado em escolhas morais e nas suas consequências.
Produzido pelo estúdio Mosfilm, Ascensão foi rodado em condições exigentes, com filmagens em ambientes naturais de inverno, evidenciando uma abordagem formal contida e um uso expressivo da paisagem. Esta opção reforça o foco no conflito interior das personagens, em articulação com o contexto histórico, explorando a experiência da guerra a partir de uma perspetiva centrada no indivíduo e nas suas decisões.
Formada no VGIK, Larisa Shepitko destacou-se num contexto em que a realização cinematográfica era ainda maioritariamente dominada por homens. Embora inserida num contexto como o da União Soviética, que promovia formalmente a participação das mulheres em várias áreas profissionais, o seu reco-nhecimento, dentro e fora do país, destacou-a como uma das poucas cineastas da sua geração a alcançar projeção internacional, consolidando um percurso autoral singular no panorama do cinema soviético e contribuindo, ainda, para a visibilidade de realizadoras no cinema do século XX. Ascensão é frequentemente apontado como o seu filme mais relevante, tendo sido distinguido com o Urso de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Berlim, em 1977.
As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às ter-¡ças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Na próxima terça-feira, o ciclo prossegue com o filme Ascensão (Voskhozhdeniye, 1977) da realizadora soviética Larisa Shepitko. Baseado na novela de Vasily Bykov, o filme decorre durante a Segunda Guerra Mundial, acompanhando dois partisans soviéticos em território ocupado pelas forças nazis. Interpretados por Boris Plotnikov e Vladimir Gostyukhin, os protagonistas enfrentam uma situação limite após serem capturados, num percurso centrado em escolhas morais e nas suas consequências.
Produzido pelo estúdio Mosfilm, Ascensão foi rodado em condições exigentes, com filmagens em ambientes naturais de inverno, evidenciando uma abordagem formal contida e um uso expressivo da paisagem. Esta opção reforça o foco no conflito interior das personagens, em articulação com o contexto histórico, explorando a experiência da guerra a partir de uma perspetiva centrada no indivíduo e nas suas decisões.
Formada no VGIK, Larisa Shepitko destacou-se num contexto em que a realização cinematográfica era ainda maioritariamente dominada por homens. Embora inserida num contexto como o da União Soviética, que promovia formalmente a participação das mulheres em várias áreas profissionais, o seu reco-nhecimento, dentro e fora do país, destacou-a como uma das poucas cineastas da sua geração a alcançar projeção internacional, consolidando um percurso autoral singular no panorama do cinema soviético e contribuindo, ainda, para a visibilidade de realizadoras no cinema do século XX. Ascensão é frequentemente apontado como o seu filme mais relevante, tendo sido distinguido com o Urso de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Berlim, em 1977.
As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às ter-¡ças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Até terça-feira!






