“Amores Imaginários”, esta terça no Lucky Star – Cineclube de Braga
Para Março, o Lucky Star – Cineclube de Braga apresenta uma retrospectiva dedicada ao realizador canadiano Xavier Dolan. Com apenas vinte anos, Dolan afirmou-se como um dos grandes prodígios do cinema contemporâneo. Realizador, argumentista e actor, construiu uma obra pessoal, marcada por uma estética vibrante e jovial, mas também por uma intensidade e profundidade dramática rara com pontuações musicadas. Como é habitual, as sessões decorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30.
Na próxima terça-feira, exibe-se Amores Imaginários (2010), segunda longa-metragem de Xavier Dolan que confirma o talento precoce do cineasta que se revelara no ano anterior com Eu Matei a Minha Mãe (2009), exibido na semana passada. Neste segundo filme, o realizador retrata as inseguranças da juventude, o amor não correspondido e a obsessão amorosa.
A história acompanha Francis e Marie, dois amigos inseparáveis que vivem em Montreal, cuja relação se altera quando conhecem Nicolas, um jovem que rapidamente desperta o fascínio de ambos. Convencidos de que são o verdadeiro objecto de desejo dele, instala-se uma rivalidade entre Francis e Marie. Através deste triângulo amoroso, Dolan explora as projecções românticas e a forma como o amor, ou a ideia que fazemos do amor ou o idealizamos, pode distorcer a percepção da realidade.
Tal como no seu filme de estreia, o realizador assume múltiplas funções: escreve o argumento, realiza e interpreta uma das personagens principais, Francis. A seu lado surge Monia Chokri, que dá vida a Marie, e Niels Schneider, no papel de Nicolas, cuja ambiguidade alimenta a tensão emocional do trio. O elenco é ainda pontuado por pequenas participações e testemunhos que surgem como comentários irónicos sobre experiências amorosas, reforçando o tom simultaneamente romântico e mordaz do filme.
Rodado em Montreal (Canadá), Amores Imaginários apresenta uma estética marcada pela câmara lenta, pelo guarda-roupa meticulosamente escolhido e por uma banda sonora ecléctica que cruza pop com referências retro — traços que se tornariam característicos do cinema de Xavier Dolan. O filme estreou no Festival de Cannes de 2010, na secção Un Certain Regard.
As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Para Março, o Lucky Star – Cineclube de Braga apresenta uma retrospectiva dedicada ao realizador canadiano Xavier Dolan. Com apenas vinte anos, Dolan afirmou-se como um dos grandes prodígios do cinema contemporâneo. Realizador, argumentista e actor, construiu uma obra pessoal, marcada por uma estética vibrante e jovial, mas também por uma intensidade e profundidade dramática rara com pontuações musicadas. Como é habitual, as sessões decorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30.
Na próxima terça-feira, exibe-se Amores Imaginários (2010), segunda longa-metragem de Xavier Dolan que confirma o talento precoce do cineasta que se revelara no ano anterior com Eu Matei a Minha Mãe (2009), exibido na semana passada. Neste segundo filme, o realizador retrata as inseguranças da juventude, o amor não correspondido e a obsessão amorosa.
A história acompanha Francis e Marie, dois amigos inseparáveis que vivem em Montreal, cuja relação se altera quando conhecem Nicolas, um jovem que rapidamente desperta o fascínio de ambos. Convencidos de que são o verdadeiro objecto de desejo dele, instala-se uma rivalidade entre Francis e Marie. Através deste triângulo amoroso, Dolan explora as projecções românticas e a forma como o amor, ou a ideia que fazemos do amor ou o idealizamos, pode distorcer a percepção da realidade.
Tal como no seu filme de estreia, o realizador assume múltiplas funções: escreve o argumento, realiza e interpreta uma das personagens principais, Francis. A seu lado surge Monia Chokri, que dá vida a Marie, e Niels Schneider, no papel de Nicolas, cuja ambiguidade alimenta a tensão emocional do trio. O elenco é ainda pontuado por pequenas participações e testemunhos que surgem como comentários irónicos sobre experiências amorosas, reforçando o tom simultaneamente romântico e mordaz do filme.
Rodado em Montreal (Canadá), Amores Imaginários apresenta uma estética marcada pela câmara lenta, pelo guarda-roupa meticulosamente escolhido e por uma banda sonora ecléctica que cruza pop com referências retro — traços que se tornariam característicos do cinema de Xavier Dolan. O filme estreou no Festival de Cannes de 2010, na secção Un Certain Regard.
As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Até terça-feira!







