A Flor do Buriti esta terça no Lucky Star – Cineclube de Braga
Para o mês de abril, o Lucky Star – Cineclube de Braga apresenta um ciclo de cinema intitulado “(So-bre)vivências num Mundo Inóspito. Olhares sobre exclusões e resistências” que conta com a parceria do Fórum Cidadania pela Erradicação da Pobreza – Braga e o projeto Migra Media Acts do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho.
Para o mês de abril, o Lucky Star – Cineclube de Braga apresenta um ciclo de cinema intitulado “(So-bre)vivências num Mundo Inóspito. Olhares sobre exclusões e resistências” que conta com a parceria do Fórum Cidadania pela Erradicação da Pobreza – Braga e o projeto Migra Media Acts do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho.
O ciclo é composto por filmes que representam criticamente a vulnerabilidade humana e as condições político-económicas que a potenciam, dando a conhecer problemáticas e formas de resistência.
Esta terça-feira, 1 de abril, o ciclo arranca com o filme A Flor do Buriti (2023), de Renée Nader Messora e João Salaviza. A Flor do Buriti explora três momentos da história do povo Krahô, passando pelas ditaduras brasileiras, durante as quais o povo Krakô foi perseguido, massacrado e obrigado a juntar-se a unidades militares, focando-se, ainda, nos desafios contemporâneos. O filme expõe a luta contínua do povo Krahô que, perante velhas e novas ameaças, encontra na sua relação com a natureza e nas tradições antigas modos de resistir.
Esta obra cinematográfica foi filmada em 16mm e o argumento foi escrito com o povo Krahô, envolvendo as comunidades das aldeias de Pedra Branca, Coprêr, Morro Grande e Manoel Alves Pequeno, para que o filme se centrasse nas suas memórias coletivas e luta política.
Desde 2014, esta dupla de realizadores tem vindo a realizar filmes participativos, tendo colaborado anteriormente com o povo Krahô para o filme Cantoria na Aldeia dos Mortos (2019), celebrado em Cannes com o Prémio do Júri. O cineasta João Salaviza ganhou, ainda, em 2009, a Palma de Ouro com Arena na categoria de curta-metragem, tendo sido o primeiro português a receber este prémio.
A Flor do Buriti também foi exibido em vários festivais internacionais, tendo estreado mundialmente na seleção oficial do Festival de Cannes – Un Certain Regard e galardoado com o Prémio de Melhor Elenco. Entre os vários destaques, honras e prémios, o filme também recebeu o Prémio de Melhor Longa-Metragem na 64º edição do Festival dei Popoli em Florença, sendo este o festival de cinema documental mais antigo da Europa.
As sessões do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Esta terça-feira, 1 de abril, o ciclo arranca com o filme A Flor do Buriti (2023), de Renée Nader Messora e João Salaviza. A Flor do Buriti explora três momentos da história do povo Krahô, passando pelas ditaduras brasileiras, durante as quais o povo Krakô foi perseguido, massacrado e obrigado a juntar-se a unidades militares, focando-se, ainda, nos desafios contemporâneos. O filme expõe a luta contínua do povo Krahô que, perante velhas e novas ameaças, encontra na sua relação com a natureza e nas tradições antigas modos de resistir.
Esta obra cinematográfica foi filmada em 16mm e o argumento foi escrito com o povo Krahô, envolvendo as comunidades das aldeias de Pedra Branca, Coprêr, Morro Grande e Manoel Alves Pequeno, para que o filme se centrasse nas suas memórias coletivas e luta política.
Desde 2014, esta dupla de realizadores tem vindo a realizar filmes participativos, tendo colaborado anteriormente com o povo Krahô para o filme Cantoria na Aldeia dos Mortos (2019), celebrado em Cannes com o Prémio do Júri. O cineasta João Salaviza ganhou, ainda, em 2009, a Palma de Ouro com Arena na categoria de curta-metragem, tendo sido o primeiro português a receber este prémio.
A Flor do Buriti também foi exibido em vários festivais internacionais, tendo estreado mundialmente na seleção oficial do Festival de Cannes – Un Certain Regard e galardoado com o Prémio de Melhor Elenco. Entre os vários destaques, honras e prémios, o filme também recebeu o Prémio de Melhor Longa-Metragem na 64º edição do Festival dei Popoli em Florença, sendo este o festival de cinema documental mais antigo da Europa.
As sessões do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Até terça-feira!
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