domingo, 11 de janeiro de 2026

429ª sessão: dia 13 de Janeiro (Terça-Feira), às 21h30


Nosferatu de F.W. Murnau, esta terça no Lucky Star – Cineclube de Braga

Durante o mês de janeiro, o Lucky Star – Cineclube de Braga começa o Ano Novo com um programa dedicado ao cinema mudo. Neste mês, o ciclo “Expressionismo Alemão” apresenta clássicos do cinema alemão dos anos 20 e 30 do passado século. Como é habitual, as sessões ocorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30.

Esta terça, o ciclo continua com o filme Nosferatu (1922), de F. W. Murnau, cuja trama começa com a viagem do jovem agente imobiliário Hutter à Transilvânia, onde conhece o conde Orlok, uma figura sombria e misteriosa, interpretada por Max Schreck, que levará a morte e a peste à cidade de Wisborg. A actriz Greta Schröder, como Ellen, assume um papel central na resolução da narrativa. 

Ao contrário do expressionismo mais estilizado de O Gabinete do Dr. Caligari, Murnau privilegia o uso de paisagens naturais e contrastes de luz e sombra. A encenação assenta sobretudo em planos fixos e composições geométricas que, a par da montagem, constroem um paralelismo psicológico, conferin-do ao filme uma atmosfera poética e fúnebre, onde o terror emerge tanto da figura do monstro como do espaço que o circunda.

Os temas do filme têm sido amplamente debatidos pela historiografia do cinema. Leituras que associ-am Nosferatu a ansiedades do pós-Primeira Guerra Mundial, à experiência da peste ou a medos projectados sobre o “estrangeiro” coexistem com interpretações mais específicas, incluindo alegorias do antissemitismo ou da pandemia de gripe espanhola. Esta pluralidade de leituras confirma a complexi-dade simbólica do filme e do contexto do qual emergiu.

Produzido pela Prana-Film, Nosferatu inspirou-se em Drácula, de Bram Stoker, sem autorização dos herdeiros do escritor, motivando um processo judicial que quase levou à destruição de todas as cópias do filme, mas que sobreviveu graças à circulação clandestina.
 
Embora não seja a primeira utilização não autorizada da figura de Drácula no cinema, é a mais antiga adaptação do romance. A mais antiga conhecida é o filme perdido Drakula halála (1921) ou a Morte de Drácula, realizado pelo húngaro Károly Lajthay, restando apenas vestígios do filme nos registos fotográficos conservados. Nosferatu, hoje, restaurado e amplamente reconhecido, permanece uma referência essencial na história do cinema e uma obra incontornável do imaginário gótico.

As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às ter-ças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre. 

Até terça!
 


quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

O Gabinete do Dr. Caligari (1920) de Robert Wiene



por António Cruz Mendes
 
O Gabinete do Dr. Caligari tem sido visto como o filme-manifesto do cinema expressionista alemão. A história fantástica, os cenários pintados com as suas formas angulosas e desequilibradas, os violentos contrastes de luz e sombra, a carregada maquilhagem dos actores e os seus códigos histriónicos de representação, tudo isso, foi retomado por muitos outros filmes, acabando por dar origem a um estilo que se denominou como “caligaresco”, característico da primeira fase do cinema expressionista, na Alemanha. Na pintura expressionista, as formas não pretendem mimetizar a realidade visível, mas exprimir emoções veementes e, diz-nos Hermann Warm, um dos autores dos cenários onde decorre a acção do filme de hoje, “as películas [cinematográficas] devem ser desenhos aos quais se dá vida”. O filme de Wiene “dá vida”, de uma forma muito gráfica, aos ressentimentos, às ansiedades e aos medos que perpassam a sociedade alemã depois da I Guerra Mundial.
 
O argumento foi concebido por Hans Janovitz e Carl Mayer que se inspiraram em experiências por si vividas. Janowitz recordava uma noite, onde, deambulando por uma feira em Hamburgo, perseguiu uma jovem muito bela, seguindo o seu riso até um bosque onde se perdeu. Mais tarde, soube que aí tinha ocorrido um crime. E, no funeral da jovem assassinada, pareceu-lhe reconhecer um indivíduo que entreviu, afastando-se do lugar onde ele poderá ter sido cometido. Mayer foi soldado durante a Grande Guerra e, dessa experiência guardou uma memória traumática. Foi submetido a tratamentos psiquiátricos e, no hospital onde esteve internado, travou um dramático duelo mental com os médicos que o trataram.
 
A guerra havia terminado e os dois alimentavam os mesmos ideais pacifistas e o mesmo ódio aos governos que tinham enviado milhões de jovens para aquela carnificina. Um dia, ambos observaram um espectáculo onde, sob o título “Homem ou máquina?”, se convidavam as pessoas a apreciar as proezas de um homem que, hipnotizado, realizava proezas físicas impressionantes.
 
Foi das conversas que tiveram e do cruzamento destas histórias que nasceu o guião cinematográfico de O Gabinete do Dr. Caligari. Eric Pommer aceitou produzir o filme e convidou Fritz Lang para o dirigir. Contudo, ele não pôde aceitar por estar a terminar As Aranhas e foi substituído por Robert Wiene, que introduziu uma alteração significativa ao roteiro de Janovitz e Mayer. A história dos crimes cometidos por Cesare sob o mando do Dr. Caligari manteve-se, mas como narrativa fantasiosa de um louco internado num hospício. Essa alteração subvertia a intenção dos autores que conceberam o filme como uma denúncia da capacidade de homens comuns poderem cometer as maiores atrocidades quando submetidos à vontade de autoridades que, sobre eles, dispõem de um poder absoluto. A alusão à ferocidade com que soldados diferentes países se chacinaram durante a I Guerra Mundial, manipulados por governos defensores de interesses que lhe eram estranhos, era evidente no guião inicial, mas ficava esbatida depois das alterações introduzidas por Wiene.
 
Mayer e Janovitz sugeriram que o desenho dos cenários fosse encomendado a Alfred Kublin, um ilustrador próximo da estética simbolista, mas eles acabaram por ser entregues a Hermann Warm, Walter Rörig e Walter Reiman, mais influenciados pela pintura dos artistas do grupo Die Brücke, como Ernst Kirchner e Karl Schmidt-Rottluff. Os ambientes por si criados sublinham a ideia de Wiene de que tudo aquilo que o filme narra se passa na mente caótica e angustiada de um louco.
 
No entanto, a ideia original de Janovitz e Mayer não se perdeu inteiramente. Os sinais que denunciam a arrogância dos poderes autoritários continuam presentes, não só na relação do Dr. Caligari com o sonâmbulo, mas também nos altos e estranhos bancos onde se empoleiram os funcionários da Câmara, ou nas escadas que se é obrigado a subir para alcançar o gabinete do director do hospital psiquiátrico.
 
Apesar das alterações de Wiene ao roteiro inicial, o final do filme não nos impede de compreender as imagens inquietantes da feira, que observamos no seu início, ou do pátio do manicómio, que vemos nas suas sequências finais, como metáforas da sociedade alemã dos anos 20, avassalada pelo delírio que a conduziu à catástrofe alguns anos depois. É, portanto, legítima a leitura de Siegfried Kracauer, que vê em O Gabinete do Sr. Caligari uma premonição da chegada de Hitler ao poder. 
 
 
 

domingo, 4 de janeiro de 2026

428ª sessão: dia 6 de Janeiro (Terça-Feira), às 21h30


O Gabinete do Dr. Caligari, esta terça no Lucky Star – Cineclube de Braga

Durante o mês de janeiro, o Lucky Star – Cineclube de Braga começa o Ano Novo com um programa dedicado ao cinema mudo. Neste mês, o ciclo “Expressionismo Alemão” apresenta clássicos do cinema alemão dos anos 20 e 30 do passado século. Como é habitual, as sessões ocorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30.

Na próxima terça-feira, 6 de janeiro, o ciclo arranca com o filme O Gabinete do Dr. Caligari (1920), de Robert Wiene, uma das obras fundadoras do cinema expressionista alemão e um marco incontornável da história do cinema. Realizado num período de profunda instabilidade social e política na Alemanha do pós-Primeira Guerra Mundial, o filme distingue-se pela sua estética radical que traduz visualmente as tensões e preocupações que emergiram do contexto cultural e socioeconómico de então. A narrativa acompanha a história do excêntrico Dr. Caligari e do sonâmbulo Cesare, envoltos numa série de crimes. À medida que os assassinatos se acumulam no pequeno povoado, um jovem tenta desvendar a verdade por trás do hipnótico espectáculo de feira de Caligari.

Interpretado por Werner Krauss no papel do Dr. Caligari e Conrad Veidt como Cesare, o filme destaca-se, ainda, pela interpretação de Lil Dagover, que viria a tornar-se uma das grandes estrelas do cinema alemão dos anos 1920. Os cenários pintados, angulosos e distorcidos, concebidos por Hermann Warm, Walter Reimann e Walter Röhrig, rompem com o naturalismo e traduzem visualmente a ansiedade colectiva e instabilidade social da altura. Esta opção estética tornou-se uma das imagens de marca do expressionismo, influenciando gerações de cineastas e movimentos posteriores, do filme noir ao thriller e cinema de terror.

Mais do que uma história de suspense, O Gabinete do Dr. Caligari pode ser lido como uma alegoria do autori-tarismo e da submissão, antecipando debates sobre poder, manipulação e responsabilidade individual. Um século após a sua estreia, o filme mantém-se actual, tanto pela sua ousadia formal como pela força das questões que levanta. A exibição desta obra é também uma oportunidade para revisitar o cinema enquanto forma de expressão artística e histórica.

As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre. 

Até terça-feira!


domingo, 14 de dezembro de 2025

427ª sessão: dia 17 de Dezembro (Quarta-Feira), às 14h30


Curtinhas para Todos, esta quarta-feira no Lucky Star – Cineclube de Braga

Durante o mês de dezembro, o Lucky Star – Cineclube de Braga apresenta o habitual ciclo de Natal. Neste mês foram já exibidos dois clássicos, cujas narrativas se relacionavam com a época natalícia, encerrando-se este ciclo com uma sessão especial para os mais novos, composta por curtas-metragens de animação. As sessões regulares ocorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30. A sessão “Curtinhas para Todos” acontece no dia 17 de dezembro, às 14h30, também na Bibli-oteca Lúcio Craveiro da Silva.

Na próxima quarta-feira, 17 de dezembro, às 14h30, o cinema é para os mais novos. Encerramos o ano com uma seleção internacional de curtas-metragens de animação, pensada especialmente para as crianças, mas igualmente encantadora para todos os públicos. Esta sessão reúne diferentes narrativas a par de diferentes técnicas e estilos na animação, oferecendo um mosaico de pequenas histórias que falam de aventura, coragem e descoberta. Este conjunto de filmes de animação “Curtinhas para Todos” é distri-buído pela Agência de Curtas, no âmbito do programa “O Dia Mais Curto”, e cuja sessão em Braga conta, ainda, com a parceria e apoio da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.

A sessão é composta por cinco filmes: “Once Upon a Time in Dragonville” (2024), de Marika Herz, uma fábula colorida sobre amizade; seguida por “Sparrows” (2024), de Rémi Durin, uma história to-cante que explora o cuidado através do olhar das pequenas aves. A terceira curtinha é “Le Tunnel de la Nuit (2024), de Annechien Strouven, uma viagem poética que transforma o desconhecido num territó-rio de maravilha e curiosidade. Depois é a vez de “Forever” (2024), uma reflexão visual sobre tempo e mudança, contada com humor, realizada por Theo Djekou, Pierre Ferrari, Cyrine Jouini, Pauline Phi-lippart e Anissa Terrier. Por fim, a sessão termina com o filme de animação em 3D “Homework” (2024), de Nacho Arjona, um retrato divertido dos desafios e imprevistos que fazem parte do quotidia-no infantil.
 
Finda esta sessão, o Lucky Star – Cineclube de Braga retorna com nova programação no dia 6 de janeiro de 2026.

As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre. A sessão “Curtinhas para Todos” é gratuita.

Até quarta-feira!


quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

An Affair to Remember (1957) de Leo McCarey



Por Laura Mendes 
 
An Affair to Remember não é apenas sobre amor cupidíneo, fortuito e inconveniente, que nos arranca de uma vida aparentemente estável e harmoniosa para um mar de aflições e percalços. O melodrama é tratado num quadro de inúmeras ramificações, levantando e apontando questões importantes, não só para a época em que o filme estreou, como também para a nossa – convocando a sua intemporalidade.
 
Um destes aspetos, genialmente trabalhado, – não fosse Leo McCarey o realizador de Duck Soup – é o humor: observamo-lo associado ao sentimento amoroso, diluindo as fronteiras entre o cómico e o trágico. As tiradas, expressões e atitudes de Nickie Ferrante e Terry McKay, especialmente no contexto público e munidas de caráter cómico, vão desenhando os seus perfis simultaneamente frontais e inibidos, já que se trata de camadas de máscaras repetidamente sobrepostas com o fim de proteger as suas personas sociais, manipulando o que dão a ver aos outros. Porque, sendo ambos membros de uma elite privilegiada, por todos reconhecíveis, a guerra interna travada em torno das aparências é acompanhada de uma outra contra os tablóides – o que nos leva a pensar este outro elemento, absolutamente central, no filme.
 
O seu início não permite enganos: vários jornalistas internacionais abordam, com alarido, o recém-anunciado casamento entre Ferrante e Lois Clark, herdeira milionária. Já no barco, os olhos alheios surgem perseguidores e exigentes, nos jantares e nos passeios noturnos, condicionando uma relação proibida, mas florescente, enquanto provam o impacte do burburinho social e do voyeurismo – sempre explorando a comicidade que daí advém –, ao mesmo tempo criticando a fachada social.
 
A escolha do barco como cenário propulsionador dos (des)encontros entre os dois amantes não surge despropositada. Rodeados de mar, o afunilamento da relação é adensado pelo seu isolamento, concentrando toda a tensão entre o íntimo e o público, o encoberto e o evidente. É de notar a beleza da cena do primeiro beijo, onde apenas vemos um enlace de braços e pernas nas escadas, as caras permanecendo envoltas em anonimato. O momento em que os dois saem do barco numa jornada por Villefranche é decisivo. Terry penetra na intimidade de Nickie, ambos mergulhados num mundo privado e familiar, rural, regido por Janou, avó deste último, figura que representa a intuição, a sensibilidade e a beleza. Mantendo o seu estatuto simbólico ao longo de todo o filme, aliás com repercussões para o seu desenlace, é ela quem permite a abertura à honestidade e à confissão, num lugar onírico, afastado da vivência social e das suas restrições. É de observar o contraste entre este cenário calmo e reconfortante e a borbulhante e impassível cidade porvir, repleta de manipulações e disfarces, mas onde Terry e Nickie, em permanente conflito com a sua interioridade, tentam procurar o que de verdadeiro existe entre todo o tumulto urbano.
 
Não abdicando de um lado kitsch, tal como notou João Bénard da Costa[1], ainda assim resiste como uma desconstrução da superficialidade da classe alta, denunciando a fragilidade inerente às artimanhas do fingimento, ao mesmo tempo que revela a imprevisibilidade e força do sentimento humano, ao qual é impossível escapar. 
 
[1] https://www.cinemateca.pt/CinematecaSite/media/Documentos/2021-05-06_AN-AFFAIR-TO-REMEMBER.pdf
 
 
 
 

domingo, 7 de dezembro de 2025

426ª sessão: dia 9 de Dezembro (Terça-Feira), às 21h30


An Affair to Remember de Leo McCarey, esta terça no Lucky Star – Cineclube de Braga

 
Durante o mês de dezembro, o Lucky Star – Cineclube de Braga apresenta o habitual ciclo de Natal. Neste mês serão exibidos dois clássicos, cujas narrativas decorrem na época natalícia, e uma sessão especial para os mais novos, composta por curtas-metragens de animação. Como é habitual, as sessões regulares ocorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30.
 
A sessão “Curtinhas para Todos” acontece no dia 17 de dezembro, às 14h30, também na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.

Na terça-feira é exibido An Affair to Remember (1957), realizado por Leo McCarey, remake a cores de Love Affair (1939), do mesmo cineasta. Durante uma viagem de cruzeiro, Nickie Ferrante, um playboy sedutor, e Terry McKay, uma cantora independente, conhecem-se e apaixonam-se. Apesar de ambos estarem comprometidos, prometem reencontrar-se seis meses depois, no topo do Empire State Building, para confirmar se o amor resiste ao tempo. Mas o destino interfere, um trágico acidente impede o encontro e o futuro dos amantes toma um rumo incerto. Com Cary Grant e Deborah Kerr, McCarey assina um dos romances mais intemporais do cinema norte-americano.

O filme foi nomeado para quatro Óscares: Melhor cinematografia, Melhor Guarda-Roupa, Melhor Banda Sonora e Melhor Canção Original. Apesar de não ter vencido, tornou-se um clássico absoluto. Revalorizado ao longo das décadas e tido como um dos filmes mais românticos de sempre, ficou imortalizado na cultura popular, como em Sleepless in Seattle ou Sintonia de Amor, de 1993.

Leo McCarey (1898 - 1969) alternou entre drama e comédia ao longo da sua carreira. Começou nos estúdios de Hal Roach, onde trabalhou com Laurel & Hardy, e ganhou dois Óscares de Melhor Realização por The Awful Truth (1937) e por Going My Way (1944).
 
Destacam-se ainda os filmes: Love Affair” (1939), Duck Soup (1933) e Ruggles of Red Gap (1935), Good Sam (1948) e My Son John (1952). O seu trabalho influenciou várias gerações de realizadores pela forma como articulava elementos cómicos e dramáticos na estrutura narrativa, evitando a separação rígida dos géneros.

As sessões do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às terças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre. A sessão “Curtinhas para Todos” é gratuita.

Até terça!