Mestre Shôgorô Nishimura na útlima sessão de fevereiro do Lucky Star – Cineclube de Braga
Para o mês de fevereiro, o Lucky Star – Cineclube de Braga preparou dois ciclos de cinema com um total de onze filmes, os quais foram exibidos às segundas e terças.
Para o mês de fevereiro, o Lucky Star – Cineclube de Braga preparou dois ciclos de cinema com um total de onze filmes, os quais foram exibidos às segundas e terças.
O ciclo regular do cineclube, com as habituais sessões às terças-feiras, dedicado aos filmes de “Mestres Japoneses Desconhecidos” termina hoje.
O segundo ciclo resultou da parceria com o XI Festival Convergências e foi reservado ao cinema português e galego. Este ciclo procurou diluir fronteiras e promover o encontro através dos vários pontos de convergência históricos e socioculturais representados no cinema de ambos os lados da raia. As sessões deste ciclo ocorreram às segundas-feiras, nas três primeiras semanas do mês, também, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.
Nesta terça-feira, 25 de fevereiro, exibir-se-á o filme “O Monge Apostador”, de 1963, do mestre Shôgorô Nishimura. e será a última sessão do ciclo “Mestres Japoneses Desconhecidos”, cujos filmes foram realizados entre os meados dos anos 50 e inícios da década de 60, abrangendo, assim, a “Era Dourada” do cinema japonês, bem como a “nova vaga” que imediatamente lhe seguiu.
Findada a ocupação e controlo americano no Japão, inclusive na produção cinematográfica, a partir de 1952, as obras fílmicas realizadas asseveraram o estatuto do cinema japonês no Mundo, olhando para o seu próprio contexto de forma crítica e ocupando-se de temas histórico-políticos e socioculturais de maneira, por vezes, provocadora, enquadrados numa estrutura formal e estética que distingue o cinema japonês de outros cinemas.
Em “O Monge Apostador” (1963), Harumichi, um professor de ensino médio, regressa para substituir o sacerdote do Templo Hojûin após o seu falecimento. Contudo, deparado com dificuldades financeiras do templo que depende de doações, desmoraliza-se e acaba por se refugiar no jogo. Apesar dos seus esforços para manter uma vida equilibrada, torna-se prisioneiro do vício. O filme é um retrato satírico da sociedade japonesa de então.
As sessões do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30, segundas-feiras. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Nesta terça-feira, 25 de fevereiro, exibir-se-á o filme “O Monge Apostador”, de 1963, do mestre Shôgorô Nishimura. e será a última sessão do ciclo “Mestres Japoneses Desconhecidos”, cujos filmes foram realizados entre os meados dos anos 50 e inícios da década de 60, abrangendo, assim, a “Era Dourada” do cinema japonês, bem como a “nova vaga” que imediatamente lhe seguiu.
Findada a ocupação e controlo americano no Japão, inclusive na produção cinematográfica, a partir de 1952, as obras fílmicas realizadas asseveraram o estatuto do cinema japonês no Mundo, olhando para o seu próprio contexto de forma crítica e ocupando-se de temas histórico-políticos e socioculturais de maneira, por vezes, provocadora, enquadrados numa estrutura formal e estética que distingue o cinema japonês de outros cinemas.
Em “O Monge Apostador” (1963), Harumichi, um professor de ensino médio, regressa para substituir o sacerdote do Templo Hojûin após o seu falecimento. Contudo, deparado com dificuldades financeiras do templo que depende de doações, desmoraliza-se e acaba por se refugiar no jogo. Apesar dos seus esforços para manter uma vida equilibrada, torna-se prisioneiro do vício. O filme é um retrato satírico da sociedade japonesa de então.
As sessões do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30, segundas-feiras. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Até terça-feira!
Sem comentários:
Enviar um comentário