“O Anjo Azul” de Josef von Sternberg, esta terça no Lucky Star – Cineclube de Braga
Em janeiro, o Lucky Star – Cineclube de Braga começou o ano com uma programação dedicada ao “Expressionismo Alemão” e que termina a 3 de fevereiro. A partir do dia 10 de fevereiro, o cineclube apresenta um ciclo de cinema dedicado à Galiza, em parceria com o Festival Convergências, na sua XII edição. Como é habitual, as sessões ocorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30.
Em janeiro, o Lucky Star – Cineclube de Braga começou o ano com uma programação dedicada ao “Expressionismo Alemão” e que termina a 3 de fevereiro. A partir do dia 10 de fevereiro, o cineclube apresenta um ciclo de cinema dedicado à Galiza, em parceria com o Festival Convergências, na sua XII edição. Como é habitual, as sessões ocorrem às terças-feiras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, às 21h30.
Na próxima ter\a-feira, 3 de fevereiro, o ciclo “Expressionismo Alemão” encerra com o filme “O Anjo Azul” (Der blaue Engel, 1930), de Josef von Sternberg, um dos filmes fundamentais da transição do cinema mudo para o sonoro e uma obra incontornável da história do cinema europeu.
Adaptado do romance Professor Unrat de Heinrich Mann, o filme acompanha a queda moral e social de um respeitado professor que se apaixona por Lola Lola, cantora de cabaré, figura livre e provocadora, interpretada por Marlene Dietrich. A relação entre ambos expõe o conflito entre a vontade individual e a imagem pública, num retrato incisivo da hipocrisia moral e da fragilidade das convenções sociais.
“O Anjo Azul” assinala a consagração internacional de Marlene Dietrich, cuja presença magnética redefine a representação da feminidade no cinema. Ao mesmo tempo, o filme marca uma das interpretações mais memoráveis de Emil Jannings, actor consagrado do cinema mudo, aqui confrontado com a nova expressividade exigida pelo som.
Realizado por Josef von Sternberg, cineasta conhecido pelo uso expressivo da luz e da composição, o filme destaca-se pela forma como articula espaço, corpo e som. O contraste entre o liceu onde o professor Rath lecciona e as cenas no cabaré estrutura visualmente o filme, acompanhando a progressiva desintegração da autoridade do protagonista.
Produzido na Alemanha nos últimos anos da República de Weimar, “O Anjo Azul” antecipa o clima de volubilidade social e moral que marcaria a década seguinte. Entre melodrama, crítica social e tragédia humana, o filme permanece um retrato actual das relações entre poder, desejo e exposição pública.
As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às ter-ças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
“O Anjo Azul” assinala a consagração internacional de Marlene Dietrich, cuja presença magnética redefine a representação da feminidade no cinema. Ao mesmo tempo, o filme marca uma das interpretações mais memoráveis de Emil Jannings, actor consagrado do cinema mudo, aqui confrontado com a nova expressividade exigida pelo som.
Realizado por Josef von Sternberg, cineasta conhecido pelo uso expressivo da luz e da composição, o filme destaca-se pela forma como articula espaço, corpo e som. O contraste entre o liceu onde o professor Rath lecciona e as cenas no cabaré estrutura visualmente o filme, acompanhando a progressiva desintegração da autoridade do protagonista.
Produzido na Alemanha nos últimos anos da República de Weimar, “O Anjo Azul” antecipa o clima de volubilidade social e moral que marcaria a década seguinte. Entre melodrama, crítica social e tragédia humana, o filme permanece um retrato actual das relações entre poder, desejo e exposição pública.
As sessões regulares do Lucky Star ocorrem no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva às ter-ças-feiras às 21h30. A entrada custa um euro para estudantes, dois euros para utentes da biblioteca e três euros para o público em geral. Os sócios do cineclube têm entrada livre.
Até terça-feira!

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